Fiscais e gestores da Semace estão habilitados a pilotarem o barco Trombeta

17 de maio de 2011 - 14:41

17.05.2011

Uma solenidade na manhã desta terça-feira (17), na sede da Capitania dos Portos do Ceará, em Fortaleza, marcou a entrega da Carteira de Habilitação de Órgão Público para 32 fiscais e gestores ambientais da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). Com o documento em mãos, os servidores estão aptos a pilotarem o barco Trombeta da autarquia, que possui seis metros de comprimento. Para adquirir esse direito, o grupo participou do Curso Especial para Tripulação de Embarcações de Estado no Serviço Público, entre os dias 9 e 13 de maio.

Na oportunidade, o superintendente da Semace, José Ricardo Araújo, esteve presente e falou sobre a importância dessa habilitação dos servidores para as atividades desenvolvidas pela superintendência, como fiscalização e monitoramento das águas interiores do Estado e zona costeira. Araújo parabenizou a todos e ressaltou a possibilidade da realização de trabalhos conjuntos com a Capitania dos Portos do Ceará.

Representando os servidores, os fiscais ambientais Deivine Almeida e Leonardo Borralho foram os oradores da turma. Em seus discursos, ambos agradeceram o apoio da Capitania e destacaram o auxílio que o barco trará às atividades da autarquia. Para eles, é importante que cursos desse tipo continuem sendo promovidos, para que as equipes da Semace possam sempre desempenhar seu papel da maneira mais qualificada e eficaz.

Durante a solenidade, a fiscal ambiental Liana Nogueira foi homenageada por ter sido a melhor aluna do curso. Visando retribuir o apoio da Capitania dos Portos, a Semace entregou aos oficiais um certificado de agradecimento.

Trombeta

O barco adquirido pela Semace em março de 2010, homenageia o peixe que tem características parecidas com as suas, por ser longo e prateado. Com seis metros de comprimento, a embarcação é feita de alumínio e tem capacidade para levar até cinco pessoas. Seu motor funciona em 4 tempos, tendo como características não agredir o meio ambiente e ter menor custo operacional. O equipamento, que custou R$ 18.200, já está regularizado junto à Capitania dos Portos do Ceará, bem como seu reboque perante o Detran.

Fhilipe Augusto
Assessoria de Comunicação