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Balneabilidade em Fortaleza: setor Leste foi o que mais apresentou praias próprias para banho em 2016

Qui, 5 de janeiro de 2017, 14h20

O setor Leste foi o que mais apresentou trechos adequados para banho na orla marítima de Fortaleza no ano de 2016, segundo relatório da Superintendência Estadual do meio Ambiente (Semace), divulgado nesta quinta-feira (5), através da Gerência de Análise e Monitoramento (Geamo) da autarquia. A área que corresponde às praias do Futuro, Caça e Pesca, Serviluz, foi classificada pela evolução satisfatória das condições de balneabilidade, apontando, dos 11 trechos monitorados, 10 com classificação excelente e apenas um impróprio.

O setor Centro, onde estão localizadas as praias Beira Mar e de Iracema, apresentou uma evolução substancial no final do ano, segundo a Geamo. No segundo semestre de 2016 houve um aumento considerável dos pontos classificados como excelentes, passando de um para seis entre os 10 trechos monitorados. Ainda de acordo com o relatório, o setor Oeste, avaliado por apresentar mais pontos impróprios durante o ano, também mostrou-se com progressão de balneabilidade; comparando o primeiro com o segundo semestre, a área obteve redução de nove para cinco trechos fora dos padrões. Os demais pontos tiveram avaliações satisfatórias em relação aos dois semestres.

Os 31 pontos de amostragem monitorados pela Superintendência levam em consideração os critérios: proximidade da desembocadura do riacho Pajeú; criação da Av. Costa Oeste que permitiu novos acessos à área de praia; maior concentração de banhistas e pescadores no início das praias do setor Leste; fontes de poluição (presença de animais, lançamento de esgoto “in natura”, resíduos sólidos, galerias de águas pluviais) que podem comprometer a qualidade das águas.

O procedimento de monitoramento é feito através de amostras coletadas às segundas-feiras, no horário entre 9 e 12 horas. É considerado um ponto próprio aquele em que o número de coliformes termotolerantes não ultrapassam 1000 para cada 100 mL de água nas últimas cinco coletas.

De acordo com a Geamo, fatores como condições climáticas, aumento da maré, presença de animais, disposição imprópria de resíduos sólidos e adensamento urbano nas proximidades das praias, podem interferir no resultado da balneabilidade. As águas são avaliadas nas categorias própria e imprópria utilizando como parâmetro indicador básico a densidade de coliformes termotolerantes (ou fecais).


Saiba mais

O Programa de Monitoramento Balneabilidade das Praias visa o monitoramento da qualidade da água das praias do Estado, atendendo à determinação da Resolução Nº 274 de 2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Trata-se de um instrumento da Semace para avaliar a evolução da qualidade das águas, em relação aos níveis estabelecidos para balneabilidade, de forma a assegurar as condições necessárias à recreação de contato primário.

A atualização do boletim de balneabilidade pode ser acompanhada semanalmente no site www.semace.ce.gov.br ou na fan page do Facebook da Semace.

Ana Luzia Brito
Assessoria de Comunicação

Twitter: @semace
Facebook: semace.gov

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